sábado, 29 de dezembro de 2012

Os disfarces dos patriotas

Os disfarces dos patriotas: Aproveitando-se da miséria em que este país vive para o que este governo tem vindo a contribuir, o grupo que domina a cadeia de supermercados "Pingo Doce" teve uma ideia peregrina: "vamos ajudar os pobres consumidores neste 1º. de Maio, já que é o Dia do Trabalhador" e os trabalhadores merecem a nossa consideração.
Devo lembrar e salientar que que este "grupo filantrópico"já antes tinha praticado uma boa ação ao transferir a sua Sede para a Holanda, como que a desafiar este governo protetor dos grandes grupos empresariais, mesmo  em prejuízo do erário público.
Com tanto desemprego e com um código do trabalho constantemente alterado por forma a retirar cada vez mais direitos aos trabalhadores, em nome da competitividade, estes"patriotas filantrópicos" cuja maior parte dos empregados estão em situação de precaridade, desta vez quiseram desafiar os sindicatos e as suas centrais.
Sabendo que os seus trabalhadores precários não podiam dizer que não, resolveram pô-los a trabalhar no FERIADO do 1º.de MAIO, fazendo uma gigantesca promoção ao cobrarem apenas 50% da despesa feita nesse dia, desde que o seu valor fosse superior a 100€ !!!
Como é evidente, foi grande a confusão e muitas as brigas, porque iludidos e face à situação economicamente instável em que vivem as famílias, todos queriam ter a oportunidade de comprar mais barato.
E como é normal e próprio das grandes-superfícies comerciais, as pessoas compram o que precisam e, muitas vezes, aquilo de que não precisam.
Conclusão:
1º. Muitos dos compradores estarão agora arrependidos por ter gasto muito dinheiro e terem comprado artigos perfeitamente dispensáveis;

2º. O grupo filantrópico em causa ou fez uma operação ilegal de "dumping" (vendas abaixo do custo" ou tem roubado escandalosamente os habituais clientes nos restantes dias do ano e sempre que não faz este tipo de promoções.

3º.Este governo é conivente e assobia para o lado, porque já demonstrou que o que nos pode salvar,pondo os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

Julgo que os paroquianos já começaram a despertar e a abrir os olhos e a situação não vai demorar a ser alterada.
Este tipo de filantropos tem mostrado uma falta incrível de dignidade e respeito pelo nosso país e por este povo que tantos sacrifícios tem vindo a fazer.
É pena e vergonhoso!

Os mercados e a falta de vergonha

Os mercados e a falta de vergonha:
Os líderes parlamentares do PSD e do CDS coincidem ao defender que o acto adicional aos Tratados Europeus é uma forma "desajustada" e que a alternativa ao seu "chumbo"teria como resultado maior desemprego e mais instabilidade social.
Como dizia Nietzche "O encanto do conhecimento seria pequeno se pelo caminho não tivesse que ser superada tanta Vergonha".
Na realidade, estamos num processo em que os actuais dirigentes da UE passaram a não respeitar minimamente os princípios e os fundamentos que levaram à criação da CEE e,  pelo contrário, têm vindo a remar contra todos os esforços que animaram os seus fundadores.
Sob o ponto de vista legislativo, os países, sobretudo aqueles que vivem momentos mais difíceis, estão a perder a sua soberania ao submeterem-se a agentes anónimos a que chamam "MERCADOS".
Exemplo disso é o que se passa em Portugal, onde as Leis  quase não existem e em que a própria Constituição é letra morta com a aquiescência do Presidente da República e com o vergonhoso consentimento do Tribunal Constitucional.
Daí que todas as políticas que nos são impostas ou determinadas pelo governo nos tragam mais  austeridade, recessão, empobrecimento e galopante desemprego, realidades que, infelizmente, todos podemos diariamente constatar.
Mas, aqueles que enriqueceram à custa dos países do Sul da Europa gananciosamente vão impondo cada vez mais políticas recessivas, cujos resultados já conhecem.
Mas estupidamente, estes países que mais têm sofrido com tais medidas, não são capazes de se juntarem e tomarem uma posição comum contra a tal ganância dos ditos "MERCADOS" e de quem os mesmos são executores.
Mas não. Não têm a dignidade que seria de esperar para lutarem, em conjunto, contra tais imposições que só os empobrecem!!!
Mas, no que diz respeito a Portugal, a questão ainda é mais grave, uma vez que, para mostrar a sua obediência ( diria melhor subserviência)  e disciplina quer colocar-se à frente da carroça para ser dos primeiros a ajoelhar-se para aceitar tudo aquilo a que nos obrigam com toda a indignidade.
É preciso ratificar, "custe o que custar, nem que seja necessário trincar a língua".
É que temos medo que venha aí a instabilidade social e mais desemprego!!!???
Este governo colocou o povo na situação de indigência, por falta de vergonha e do mínimo de dignidade.

Viajar no escuro

Viajar no escuro: Quando este governo, após tanta difamação, quis apanhar "o Pote",a maioria dos portugueses ficaram cheios de esperança, até porque as promessas que fez, durante e depois da campanha eleitoral eram apetecíveis e o actual primeiro-ministro aparentava  grande credibilidade e honestidade.
Pouco depois tudo se esfumou com os aumentos de impostos, a falência crescente de empresas e insolvência das pessoas a nível individual, os cortes nos vencimentos, o corte no subsídio de Natal, o empobrecimento, a recessão e o galopante aumento do desemprego.
Vieram depois as aldrabices os auto-elogios e os incríveis elogios de elementos destacados da UE e do FMI.
Éramos o exemplo dos países bem comportados e cumpridores!
Durante  o corrente ano continuaram a fazer-se as desvalorizações internas, já que não temos moeda própria para desvalorizar.
Com a nossa soberania, também desvalorizada, vendemos e continuamos a vender empresa, sabendo-se que algumas delas são e serão estratégicas.
Nunca protestamos demasiadamente, mesmo as medidas objectivamente erradas. O que interessava era SERMOS CUMPRIDORES.
Mais aldrabices sobre a data para a reposição dos dois meses roubados aos funcionários públicos e aos PENSIONISTAS, até que o ministro que fala "au ralenti" foi obrigado, perante insofismável provas, a confessar que se enganou??!!
Tudo, porque se vão aproximando os anos em que vai haver eleições.
Mas os paroquianos parecem ter acordado e chegado à conclusão que afinal este governo é escandalosamente mais aldrabão e impreparado do que o  que o precedeu.
Todos os índices macroeconómicos são piores do que o próprio governo tinha previsto e a recessão, a pobreza e o desemprego continuam a aumentar assustadoramente.
E o que é feito do dinheiro dos impostos, daquele que nos roubaram e do que a "troika" já nos entregou??!!
O governo está sem qualquer rumo e nós continuamos a viajar no escuro. ATÉ QUANDO???

Ignorância, insensibilidade e frieza

Ignorância, insensibilidade e frieza:


Foi com espanto e indignação que ouvi ontem o primeiro-ministro dizer que o desemprego não constitui um drama, mas a oportunidade de se aprender com os erros cometidos e conseguir mais competências para se voltar a arranjar emprego.
tudo na perspectiva de adaptação aos novos tempos que se vivem nas sociedades modernas.
Entretanto, no dia anterior, numa conferência(?) para alunos alemães(?) tinha ouvido o ministro das finanças referir, mais ou menos o seguinte: o ser humano tem toda a capacidade de ultrapassar situações difíceis, tal como a morte de um familiar e outros desgostos, mas o desemprego constitui um dos problemas em que o ser humano mais se ressente e passível de corroer a auto-estima e por isso, muito difícil de vencer.
Visões contraditórias sobre o grave problema do desemprego que em Portugal já vai em mais de 15% da população activa e ataca sobretudo os jovens, muitos deles apetrechados com cursos superiores.



Mas quem são estes políticos que nos (des)governam, sabendo-se que o desemprego tem tendência a aumentar face às medidas recessivas impostas pela troika e agravadas por um governo que se curva e rasteja, porque tem partida a coluna vertebral, tendo receio de desobedecer e ser visto como não bom aluno.
É que este primeiro-ministro é um político que sempre se movimentou dentro da política e com os favores dos políticos do partido a que pertence. Ignorante e feito à pressa, não tem a noção das realidades e dos dramas vividos por tantas famílias.
Todos se lembram do seu apelo feito à juventude para resolver a sua situação, recorrendo à emigração.
É esta a solução que ele tem para os problemas e que não tem escondido. Ele sabe que não vai ficar no desemprego quando largar "O POTE", porque se protegem uns aos outros. De salientar que muitos dos políticos, muito deles já na idade da reforma, continuam agarrados a dois e mais tachos, roubando o emprego a jovens mais idóneos e competentes.
Já o ministro das finanças, como diz o Prof. de Coimbra, Boaventura de Sousa Santos, é um português, mas com passaporte alemão. Olha pelo seu futuro ao qual não é estranho o apreço que lhe dedica o seu colega da Alemanha, que para ele anda a procurar um lugar de destaque na cena internacional.
Posto isto, que temos a esperar destes inaptos, ignorantes, insensíveis e frios políticos??!!
A História os julgará, já que tanta mentira ou lapsos(?) inventaram, bem como promessas por cumprir, traíndo os que neles votaram.

Estou certo que todos aprenderão com os erros cometidos, mesmo o primeiro-ministro, bem como o ministro das finanças.

sábado, 27 de outubro de 2012

O MARATONISTA

Para o ministro das finanças, especializado em atletismo, mais exactamente em corridas de fundo, a salvação  de Portugal passa por vencer a maratona.
Segundo o referido e surpreendente especialista," Portugal está a dois terços da maratona, ou seja, por volta do 27º. quilómetro e que agora é preciso ter força de vontade, é preciso ter vontade de vencer".
Mais refere que "uma maratona torna-se cada vez mais difícil de vencer e os atleta têm os seus maiores desafios na fase final da maratona. É isso exactamente o que acontece com o programa de ajustamento".
Estas afirmações poéticas trazem-me à memória a trágica morte de Francisco Lázaro, o atleta português que soçobrou a 14 de Julho de 1912 quando disputava a prova da maratona integrada nos Jogos Olímpicos que se realizavam em Estocolmo, naquele ano.
A sua última queda, aquela que seria a fatal, ocorreu quando percorria o 29º. quilómetro. Já antes tinha cambaleado várias vezes, mas a sua enorme força de vontade permitiu-lhe que pudesse prosseguir até que já nem sequer raciocinar,  foi-se socorrendo da  sua teimosia exasperada.
Tudo isso,porém, de nada valeu e ao 29º quilómetro acabou por vacilar e já não pôde levantar-se mais.
Segundo testemunhos da época, havia uma corrente no âmbito do atletismo que defendia que para provas que exigiam maior desgaste físico, os atletas deveriam consumir uma mistura ou mistela a que chamavam "emborcação", constituída por 4 claras de ovo, uma gema, 450ml de água, 700ml de essência de terebentina  e 70g de ácido acético.
Acresce que Lázaro, antes de iniciar a prova, ter-se-ia besuntado com sebo, facto que teria contribuído para que os poros ficassem obstruídos. Também não usou qualquer protecção da cabeça em ambiente de sol aberto, a u ma temperatura  sufocante de 32º.
O que é certo é que o resultado foi funesto, sendo que a sua morte ocorreu porque teria entrado em desequilíbrio  hidro-electrolítico irreversível e consequentemente, em colapso.
Diz-se que, antes de partir para Estocolmo, Lázaro teria afirmado solenemente que "ou ganho ou morro".
Provou-se assim que a coragem, a força de vontade  não foram suficientes para a vitória.
Provou-se, por outro lado que a "emborcação", o facto de não se proteger contra as condições climáticas, os erros cometidos e a sua teimosia acabaram por contribuir para a sua derrota e, no limite, a sua morte.
Conclusão:
O nosso ministro das finanças, convertido agora também em especialista de maratonas, tinha obrigação de conhecer estas pequenas mas simbólicas estórias.
Aprender que Francisco Lázaro desfaleceu e não pôde mais levantar-se ao 29º quilómetro, facto muito importante e a fixar.
Seria bom que abandonasse por uns tempos os estudos sobre atletismo e cuidasse melhor do interesses de Portugal e dos portugueses, e analisasse os erros que até agora cometeu com a sua casmurrice.
Que meta na sua cabecinha e sem precisar de gaguejar que Portugal nunca poderá sair da crise apenas pelos seus próprios meios e que necessária e  obrigatoriamente que se estão a verificar alterações nas políticas a nível europeu.
Tem de se convencer que está errado nas políticas que tem prosseguido e que é  chegada a hora de inverter a sua marcha, já que nos estamos a aproximar do 29º. quilómetro da nossa maratona.



terça-feira, 16 de outubro de 2012

GASPAR DIXIT

A proposta do OE para 2013 foi ontem apresentada na Assembleia da República. Antes, porém, Victor Gaspar, ministro escolhido, não sei porque artes nem por quem , para chefiar o ministério das finanças neste governo, advertiu em monólogo televisivo que não havia qualquer margem para que as medidas referidas naquela proposta pudessem ser mitigadas.
Mais advertiu que ou aquele OE ou o Caos.
Sabendo-se da insatisfação, incredulidade, falta de esperança e desespero da maioria esmagadora da população que deixou de confiar neste governo que errou todas as metas que constavam no OE para o ano em curso;
Sabendo-se, ainda que todos os partidos da oposição e, mesmo o CDS, partido da coligação não partilha do aumento de impostos, porque se atingiu já a saturação fiscal, Gaspar insiste na presente proposta que a contenção do défice se deve fazer pelo lado da receita (81%) e 19% pelo lado despesa.
Como é evidente, as medidas atingem ainda maior gravidade do que aquelas que constavam do OE de 2012.
Todos os economistas das mais variadas áreas políticas, excepto Victor Bento (um senhor careca que aparece muitas vezes na TV, alegam que será muito difícil cumprir o OE tal como consta da proposta, e sendo que a maior parte deles declara mesmo que o seu cumprimento não é exequível, mas encontram,no entanto, em Victor Gaspar, a maior, melhor e, talvez, a única "cabecinha pensadora" a argumentação proferida ex cáthedra que a escolhida por si é a Única VIA.

Apesar deste OE ser apelidado de DESASTRE NACIONAL, SAQUE , BOMBA de NAPALM, etc., Gaspar  mantém-se firme na sua obstinação, teimosia e casmurrice.
Até há pouco tempo, eu não entendia a sua estranha atitude, mas o segredo foi desvendado naquele monólogo televisivo que antes referi.
Gaspar afinal tem uma dívida para com o Estado Português. É que o Estado eu, você e todos os outros portugueses) investiu muito na sua formação durante décadas e daí que ele se sinta na obrigação e dever de compensar o Estado, nem que seja para o destruir.
Repare-se ainda no primarismo intelectual e político desta "cabecinha pensadora ao advertir o povo português e os deputados que o representam na Assembleia da República ao declarar que ou este OE ou o caos.
Com esta ameaça, aquela "cabecinha pensadora", não só despreza e desrespeita o povo português, como os próprios deputados ao pretender transformá-los em meras  marionetas humanas.
A isto chama-se ultrapassar os limites, já não digo os limites da ignorância, mas da imbecilidade.
Senhor ministro, em meu nome e dos restantes portugueses perdoo-lhe a dívida que tem para com o Estado, mas, em contra partida, peço-lhe encarecidamente que se vá embora e não regresse a este país, a não ser que algum dia tenha que responder perante a Justiça.

domingo, 5 de agosto de 2012

A INFORMAÇÃO QUE NOS É SONEGADA

Sabemos que é tempo de férias e o ócio apodera-se de nós, mas há assuntos cuja divulgação, mesmo assim, deveria ser obrigatória, até porque, sendo do nosso interesse, todos merecemos aprender e saber mais qualquer coisita.
Passada toda a euforia para uns e tristeza para outros, aquando dos resultados das eleições presidenciais francesas, tudo parece ter adormecido e ninguém mais falou do que a seguir aconteceu!
Entedemos, por isso e como obrigação, salientar as medidas que, em menos de dois meses, foram tomadas e postas em execução.
Que bom seria que os nossos governantes apredessem um pouco do que, em tão curto espaço de tempo, já se fez em França, pelo que passamos a enumerar algumas dessas medidas:
- Supressão da maior parte dos chamados "carros oficiais", procedendo-se desde logo ao seu leilão e cujo produto reverteu a favor do Fundo da Previdência e se destina a auxiliar as populações mais carenciadas, sobretudo as que habitam os subúrbios dos centros urbanos(carácer social).
- Publicação de documento enviado e ordenando a todos os ógãos que dependem do governo central que fossem abolidos todos os "automóveis empresa" que estavam distribuídos a "executivos", regalia que constituia uma discriminuição injustificável. Hollande chega mesmo a escrever que "se um executivo que ganha mais de 650 000/ano não consegue comprar uma boa viatura com o rendimento do trabalho, só pode significar que é demasiado ambicioso, estúpido ou desonesto e como tal, a nação não precisa de nemhuma dessas figuras".
Da venda dessas viaturas resultou o montante de 345 milhões de euros, o qual foi aproveitado para criar (iniciado-se a sua abertura já em 15 de Agosto corrente) 175 Institutos de Pesquisa Científica Avançada de Alta Tecnologia, dando emprego a 2560 jovens cientistas desempregados, por forma a aumentar a competitividade e produtividade do país.
- Foi publicado um decreto presidencial que determina a criação de uma sobretaxa de emergência de 75% que incide sobre os impostos que já pagam as famílias que aufiram mais de 5milhões de euros/ano.
Com esse dinheiro e sem afectar o orçamento, espera-se que sejam contratados cerca de 59 000 diplomados desemptregados, dos quais 6 900 já o foram a partir de 1 de Julho último, seguindo-se-lhes12 500 já a partir de Setembro próximo e os restantes de acordo com as necessidades.
Estes diplomados são contratados como professores na Escola Pública.
- A Igreja ficou privada dos subsídios estatais que recebia no valor de 2,3 milhões de euros que financiavam exclusivamente escolas privadas e com esse dinheiro foi posto em funcionamento um plano que prevê a construção de 4 500 creches e 3 700 escolas primárias, procedendo-se à recuperação e investimento em infraestruturas nacionais.
- Entretanto, foi criado um bónus-cultura" presidencial que permite a qualquer pessoa pagar zero impostos que se estabeleça (tipo cooperativa) e abra uma livraria independente e contrate, pelo menos, dois licenciados cesempregados que constem da respectiva lista oficial.
- Abolição de todos os subsídios do governo pra as Revistas, Fundações e Editoras, substituindo-as por Comissões de Empreendedores Estatais destinadas a financiar acções e actividades culturais, apresentando planos de negócios relativos a estrtégias de marketing avançado.
- Através de um mecanismo algo complexo, é desafiada a Banca a financiar empresas nacionais que se dediquem à produção de bens e serviços, sendo que os benefícios fiscais a obter pelos Bancos serão tanto maiores, quanta a facilidade e benefícios dos empréstimos que concedem a essas empresas.
Escusado será dizer que, logo que o novo governo entrou em funções, foi reduzido em 25% o salário de todos os funcionários do governo, em 32% o de todos os deputados e em 40% o de todos os altos funcionários públicos que aufiram mais de 800 000€/ano.
Que diferença entre tudo isto e o que se fez e continua a fazer neste pobre país que se chama Portugal!!!
Por que é que estas medidas não têm tido eco nos nossos "Media" !!??